Conheça alguns lugares considerados mal assombrados no Brasil

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Se engana quem pensa que as histórias de assombração são exclusividade dos gringos. Aqui no Brasil, também temos alguns lugares que são de dar frio na espinha. Listamos alguns deles para você conhecer!

Edifício Joelma – São Paulo (SP)

Foto: Reprodução

Em 1º de fevereiro de 1974, uma grande tragédia era noticiada nos principais jornais do Brasil. O Edifício Joelma, em São Paulo (SP), pegou fogo por mais de três horas, deixando 187 mortos e 300 feridos.

Depois do incêndio, o edifício foi fechado por quatro anos para reforma e, depois, reaberto com o nome Praça da Bandeira. Desde então, os funcionários de lá dizem ouvir vozes e presenciar espíritos e fenômenos estranhos, como faróis de carros acendendo sozinhos.

Durante as filmagens do filme Joelma 23º Andar, de 1979, um fotógrafo da equipe registrou a cena das mortes. Nas imagens, há supostos rostos de espíritos que rondavam o set de gravação. Falamos mais sobre isso em Veja a polêmica aparição dos mortos do Edifício Joelma em filme brasileiro.

Castelinho da Rua Apa – São Paulo (SP)

Foto: Wikimedia Commons

Em São Paulo, uma casa na esquina da famosa Avenida São João foi palco de um terrível assassinato e de muitos mistérios em torno dele. Quando foi inaugurado, o Castelinho da Rua Apa era um dos edifícios mais luxuosos do centro da cidade. Mas, depois que foi palco da tragédia familiar, ganhou a fama de mal assombrado.

Na residência, moravam os donos do cinema Broadway: a socialite Maria Cândida Guimarães dos Reis, de 73 anos, e seus filhos, Álvaro Guimarães Reis, de 45 anos, e Armando Guimarães Reis, de 43 anos. No dia 12 de maio de 1937, os três foram foram encontrados mortos, e até hoje, o caso não foi totalmente esclarecido.

Há quem diga que Álvaro teria atirado na mãe e no irmão e, depois, se suicidado com dois tiros no peito. O motivo seria uma briga entre os dois irmãos sobre o futuro do Broadway. A pistola de Álvaro foi encontrada na cena e, para os policiais, foi o fator incriminante.

Contudo, muita gente questiona essa versão. O método de suicídio era bem incomum, e os legistas ainda encontraram evidências que indicavam que o outro irmão pudesse ser o autor da chacina. Também existe uma hipótese que aponta para a presença de uma quarta pessoa na cena do crime.

Quem passa pela região pode jurar que já viu vultos e ouviu passos, choros e lamentações dos espíritos dos mortos no lugar. Contamos mais sobre esse caso em Assassinato e mistério: O Castelinho da Rua Apa.

Castelinho do Flamengo – Rio de Janeiro (RJ)

Foto: Divulgação

Em 1932, o Castelinho do Flamengo foi a moradia do imigrante português Avelino Fernandes, da esposa, Rosalina Feu Fernandes, e da filha do casal, Maria de Lourdes Feu Fernandes. Foi aí que começaram os relatos de assombração por lá.

Uma lenda popular diz que Rosalina e Avelino foram atropelados por um bonde, na frente do Castelinho. A cena teria sido assistida pela filha, Maria de Lourdes. Após a morte dos pais, ela teria sido entregue a um tutor, que roubou seus bens e a tratava muito mal.

O responsável pela garota a teria deixado presa na torre principal da casa. Assim, infeliz, ela teria se jogado de lá. Agora, dizem que Maria de Lourdes volta ao castelinho, buscando vingança…

Falamos mais sobre o Castelinho do Flamengo em: Lugares mal-assombrados: o Castelinho do Flamengo.

Presídio do Ahú – Curitiba (PR)

Foto: Reprodução/YouTube/Tribuna do Paraná

O Presídio do Ahú era considerado um dos lugares mal assombrados no Brasil até ser desativado em 2006. Existem várias histórias de arrepiar. Vamos contar algumas delas!

A primeira diz que um palhaço assombrava os presos que cometeram crimes de violência contra a mulher. Outra história é a de um espírito de um preso morto no local, que voltava ao mundo dos vivos para assombrar mulheres loiras.

Também reza uma lenda que, na sexta-feira 13, à meia-noite, as almas dos presos mortos se encontravam na frente do presídio. Outros relatos são de que os presos teriam feito a brincadeira do copo com as almas e amanheceram mortos.

Contamos mais sobre cada uma das lendas em As lendas por trás do Presídio do Ahú em Curitiba (PR).

Cemitério Santa Izabel – Belém (PA)

Foto: Reprodução

No Dia de Finados, o túmulo mais visitado no Cemitério Santa Izabel, em Belém do Pará, é o de Josephina Conte. A maioria dos visitantes não tem nenhum parentesco com a falecida. É que a história dela intriga os moradores da região.

Josephina era uma jovem de 16 anos, que morreu em 1931, vítima de tuberculose. Uma lenda bastante popular entre os belenenses é que ela volta ao mundo dos vivos para andar de táxi pela cidade.

Segundo a história, após a viagem, a moça pede que o condutor pare em frente ao cemitério e o orienta a cobrar a corrida na casa da família. No dia seguinte, quando a cobrança é feita, o motorista descobre que a passageira morreu, anos atrás.

Falamos mais sobre essa história nesta matéria: Conheça a lenda da “Moça do táxi”, de Belém do Pará.

E aí? Você já tinha ouvido falar de algumas dessas histórias? Ficou com vontade de visitar alguns desses lugares? Conta pra gente pelos comentários!

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