Os 6 livros mais misteriosos da história

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Já imaginou quantos segredos estão guardados nas bibliotecas mais antigas do mundo? Não sabemos todos os conhecimentos que estão escondidos em bibliotecas que existem a séculos como é o caso da famosa e misteriosa biblioteca do Vaticano, sabe-se que existem manuscritos milenares que podem guardar segredos obscuros sobre nossa história, magia, bruxaria e etc.

No post de hoje iremos apresentar os 7 livros mais misteriosos da história.

1 – Manuscrito de Voynich

É um livro sem data e sem autoria, escrito em uma língua completamente desconhecida, mas estima-se que tenha mais de 6 séculos. Estudiosos e intelectuais do mundo todo já se reuniram e se debruçaram sobre ele, mas pouca coisa foi compreendida. O pouco que se sabe é que traz receitas de veneno, princípios de energia e ilustrações de plantas quiméricas.

2 – Livro de Thoth

Encontrado no século XVII, é um livro do Egito Antigo, segundo a lenda escrito pelo próprio Thoth, figura mitológica que representa a escrita e o conhecimento.

Muito procurado pelos faraós, o livro confere a quem o leia poder sobre a terra, céu e mar, a habilidade de conversar com os animais e ressucitar os mortos. Mas não se engane, é preciso ter uma predestinação para lê-lo, aqueles que o tocaram indevidamente tiveram uma morte indesejada e cruel.

3 – Livro de São Cipriano

Na história, Cipriano foi um feiticeiro que viveu entre a Síria e a Arábia, por volta do século III. Em determinado momento da vida conheceu Justina, uma moça cristã, por quem se encantou. Converteu-se ao cristianismo e ajudou a organizar a igreja católica na África. Mas antes de se conveter Cipriano se dedicava aos estudos de alquimia, astrologia e ocultismo, e reuniu em um livro rituais e feitiçarias que permitiam unir e separar pessoas, ficar invisível e se transformar em animais.

Diz a lenda que após se converter Cipriano arrancou do livro as páginas que continham os rituais mais diabólicos, deixando apenas os mais banais.

4 – Necronomicon

É bastante conhecido como Livro dos Mortos, mas a tradução literal seria Livro dos Nomes Mortos. Foi escrito pelo árabe Abdul Alhazred, conhecido como o poeta louco.

Basicamente o livro traz fórmulas, magias e conjuros que permitem invocar seres e forças de outras dimensões, muitas delas hostis a nós. Diz a lenda que o próprio Abdul Alhazred foi devorado por uma entidade invocada de seu próprio livro.

Muitos dizem que tal livro é puramente fictício, que faz parte do universo criado pelo escritor norte-americano Howard Phillips Lovecraft, que o cita em vários contos seus. Mas outros também afirmam que foi Lovecraft quem trouxe o livro da realidade para a ficção, e que este pode ser encontrado em algumas bibliotecas do mundo, por exemplo na Universidade de Buenos Aires.

5 – Livro de Dyzan

Se perguntarmos qual foi o primeiro livro da história, a grande maioria citará a Bíblia, isto porque poucos conhecem o Livro de Dyzan. Estima-se que foi escrito há 18 milhões de anos atrás, é um manuscrito cheio de símbolos e códigos, escrito por seres que aqui estavam há muito tempo, enquanto a humanidade ainda engatinhava. Daquilo que se obteve entendimento, há passagens dele que falam da cidade de Atlântida, antes de ser engolida pelo oceano.

Sua única cópia está preservada em um templo, no Tibet.

6 – As Revelações do Príncipe de Fogo

Escrito por Febrônio Índio do Brasil, um assassino em série brasileiro. Escreveu o livro em uma de suas passagens pela prisão, onde teve visões de uma mensageira que lhe disse que era “O filho da luz” e deveria marcar 10 jovens com as iniciais D C V X V I, que significava Deus, Caridade, Virtude, Santidade, Vida, Ímã da vida. Após sair da prisão, Febrônio publicou o livro e iniciou sua série de assassinatos.

Quando foi preso, confessou que matava para cumprir com a profecia de seu livro, diante disso as autoridades mandaram recolher todos os exemplares e queimá-los.

Apenas um restou, estava no acervo do escritor Mario de Andrade, após sua morte ele foi doado para a USP de São Paulo, onde encontra-se até hoje. Demorou muito tempo para descobrir que tratava-se de tal obra, pois não trazia o nome do autor em parte alguma.

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